Foto: Divulgação/ Ascom SJDH
A Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor da Bahia iniciou uma operação especial para acompanhar a formação dos preços dos combustíveis no estado. A ação ocorre em meio à pressão do mercado internacional do petróleo e busca proteger os consumidores contra possíveis aumentos abusivos.
Início da operação
- A Operação “De Olho no Preço” foi iniciada nesta quinta-feira (12).
- A iniciativa é coordenada pelo Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-BA).
- O órgão é vinculado à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia (SJDH).
- O objetivo principal é monitorar e fiscalizar a formação dos preços dos combustíveis em postos da Bahia.
Motivo da fiscalização
- A medida ocorre em um cenário de alta no preço internacional do petróleo.
- O aumento é influenciado pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio.
- Mesmo sem anúncio oficial de reajuste no Brasil, há expectativa de pressão sobre os preços no mercado interno.
Como será feita a fiscalização
- Equipes do Procon vão visitar postos de combustíveis em diferentes cidades do estado.
- Os fiscais irão analisar:
- Notas fiscais de compra dos combustíveis
- Margens de lucro aplicadas pelos postos
- Evolução recente dos preços nas bombas
- Caso sejam identificadas irregularidades ou aumentos injustificados, os estabelecimentos podem ser notificados ou autuados.
Proteção ao consumidor
- A operação busca garantir transparência na formação dos preços.
- O Procon reforça que aumentos devem ter justificativa baseada nos custos reais de aquisição.
- Consumidores que identificarem preços suspeitos podem registrar denúncia junto ao órgão de defesa do consumidor.
Expectativa do mercado
- Especialistas avaliam que a instabilidade internacional pode impactar o setor de energia.
- No entanto, qualquer alteração nos combustíveis no país depende das decisões da Petrobras, responsável pela política de preços praticada nas refinarias.
Conclusão:
A operação “De Olho no Preço” busca evitar práticas abusivas e assegurar que eventuais aumentos nos combustíveis sejam devidamente justificados, garantindo maior proteção ao consumidor baiano diante de um cenário internacional incerto.






