Foto: Reprodução/ rede social
Opinião | Moisés Cambuy
Elmo Vaz não nasceu apenas para a política — nasceu para a terra que pisa. Engenheiro civil, homem forjado na prática e no serviço público, construiu sua trajetória entre a técnica e o compromisso com gente de verdade. Funcionário de carreira, gestor experiente, presidente da Codevasf e prefeito por dois mandatos, ele não é fruto de laboratório político: é fruto do chão, da poeira e da necessidade real de transformar vidas.
Há nomes que soam artificiais, e há nomes que carregam peso de história. Elmo Vaz é desses que brotam como raiz forte no sertão — nome curto, firme, de quem não se esconde atrás de discursos vazios. Governou Irecê por oito anos, com aprovação popular e obras que marcaram o território, como vias que conectam, projetos que iluminam periferias e ações que levaram dignidade a quem antes era invisível.
Mas não é só o que fez — é o que representa. Elmo carrega a ideia de política como missão, não como palco. Falou em cuidar das pessoas, começou pelas periferias, enfrentou problemas estruturais e colocou o básico como prioridade: saneamento, saúde, dignidade. Em um tempo de promessas ocas, ele escolheu fazer o essencial — e isso é o que constrói legado.
Por isso, sua caminhada rumo à Câmara Federal não é ambição vazia — é continuidade de uma história que já deu certo. Um nome como o dele não é só candidatura: é símbolo. Símbolo de interior, de resistência, de trabalho concreto. Elmo Vaz não pede espaço — ele ocupa com mérito. Porque quando a política nasce da terra, ela não se perde no caminho: ela floresce.







