Por: Moisés Cambuy
Há gestões que passam pelo calendário. E há gestões que deixam marcas no chão, nas ruas e na vida das pessoas. Em Irecê, Elmo Vaz construiu um legado que pode ser visto no Semi Anel Viário, com seus 7,5 quilômetros de pista dupla, ciclovia, calçada e acostamento; no Sistema de Macrodrenagem, pensado para enfrentar um dos problemas históricos da cidade; e no Urbaniza Irecê, que levou pavimentação a centenas de ruas. Obras que não são apenas concreto e asfalto: são caminhos que aproximam pessoas, desafogam o trânsito e ajudam a cidade a crescer.
Na saúde, o legado também ganhou dimensão regional. A articulação para a implantação da UNACON ampliou o atendimento oncológico e fortaleceu Irecê como polo de saúde, enquanto a Central de Hemodinâmica do Hospital Regional trouxe procedimentos cardiovasculares de maior complexidade para mais perto da população. E, no campo econômico, o Mercado do Produtor ajudou a fortalecer a vocação comercial e agrícola do município. São investimentos que ultrapassam os limites de uma administração e alcançam milhares de vidas.
A transformação também chegou à mobilidade, à educação e à cultura. A Avenida Prefeito Ineny Nunes Dourado e os acessos estratégicos reorganizaram importantes corredores da cidade. O CERMULT abriu novas possibilidades para crianças que precisam de atendimento educacional especializado. O Mercado de Arte valorizou a cultura e o encontro. E a Estação de Transbordo, iniciada no último ano da gestão, nasceu com a missão de reorganizar o transporte intermunicipal de uma cidade que é referência para todo o Território de Irecê. Cada obra carrega uma história; juntas, elas contam a história de uma cidade que avançou.
Porque uma obra pode ser inaugurada em um dia, mas seu impacto permanece por décadas. Elmo Vaz deixou em Irecê não apenas prédios, avenidas ou ruas pavimentadas, mas uma visão de cidade, de desenvolvimento e de futuro. Se ele fez tudo isso enquanto prefeito, imagine o que ele não fará enquanto deputado federal?







